Ao Chairman do Banco BPI S.A.

Venho informar o Ex.ᵐᵒ Chairman do Banco BPI S.A., Sua Ex.ª o Dr Fernando Ulrich, de que dei início à denúncia alargada à sociedade civil portuguesa — entenda-se a todos os portugueses — acerca "daquilo que nos une", apesar de saber que é muito mais "aquilo que nos separa". A denúncia pública será contínua e exponencial, até o nome de V. Ex.ª estar ao lado do meu, entre aqueles que actuam com dolo e com má-fé, causando sérios e graves prejuízos de tal forma que impossibilitam outros de obter rentabilização de seus bens.

AS QUEIXAS FORMAIS

Para chegar a uma conclusão plausível sobre a questão – Que foi feito do duplex de 270 m2 localizado na freguesia da Caparica – tive que investigar e analisar um conjunto vasto de dados.

O ASSALTO DO BANCO BPI S.A. AO CIDADÃO COMUM

O Banco BPI S.A. assaltou o Cidadão Comum: apoderou-se do bem imobiliário de que ele era proprietário, através da penhora de bem hipotecado, para o vender ao desbarato, causando elecvado prejuízo, em pleno climax da crise financeira, imobiliária, política e social que se instalou em Portugal e o conduziu à quase bancarrota.

Ao Banco BPI S.A. e aos Excelentíssimos Governantes do País dos Bancos

Perante a situação de crise imobiliária que afetou milhões de pessoas em todo o mundo, o Estado deixou à sua sorte as vítimas que viram o seu património ser vendido ao desbarato para satisfazer a gula da banca. Garantiu o ressarcimento do banqueiro — numa situação de crise generalizada — à custa da desgraça alheia. Alimentou ainda todo o tipo de parasitas que circundam o processo executivo e se alimenta de "pechinchas", em negociatas obscuras devidamente carimbadas com a legalidade processual.