Quanto à parelha ULRICH-BRAGUEZ

Quanto à parelha ULRICH-BRAGUEZ … todos sabemos que têm as costas muito largas, incluindo a famigerada sociedade de advogados para quem a advogada mercenária trabalha. Mas, quando o Ex.mo Sr Juíz de Direito, o Juíz N.º 2 no processo executivo simplex, emite um parecer favorável sem verificar a veracidade das acusações… estamos certamente noutro patamar… Quantos mais casos como este foram processados nos TRIBUNAIS ?

Quantas mais VÍTIMAS das crises políticas e financeiras, geradas por banqueiros famintos e políticos corruptos, foram simplesmente abandonadas à sua sorte e saqueadas para garantir o ressarcimento do Banqueiro ?

Esse é o fundamento desta CAUSA, que pretendemos levar ao conhecimento da Sociedade Civil Portuguesa na forma mais alargada.

Este caso exemplar já foi devidamente denunciado desde que o acusado teve conhecimento, em Março de 2016. Ao Tribunal e a todos os intervenientes no processo executivo simplex.
Até agora a queixa foi bloqueada por uma vogal da Ordem dos Advogados do Conselho de Almada, a Drª Elisabete Constantino, que emitiu uma “vicissitude de inviabilidade de acção“, sustentada pela Ordem dos Advogados de Lisboa, cujo conteúdo é sigiloso.
A mesma Ordem garantiu que não nomearia “novo patrono”, para apresentar a queixa formal contra o acto difamatório e as falsas acusações exaradas em requerimento próprio dirigido a um Juiz de Direito.
Foi então accionada a denúncia do caso a todos os Conselhos de Deontologia da Ordem dos Advogados e, apesar de numa primeira abordagem a Ordem ter evocado a sua prescrição, o “criminoso do executado” expôs o seu intento ao Pleno do Conselho de Deontologia da Ordem dos Advogados, cuja resposta aguarda.

Enquanto for esse criminoso, e em defesa de sua inocência, o executado irá continuar a sua tarefa no País dos Bancos, e continuará a publicar a sua denúncia neste BLOG, sob o pseudónimo Robin dos Bosques.
No artigo A PARELHA ULRICH-BRAGUEZ, o autor evoca o poeta e ensaísta português Alberto Pimenta e a sua obra literária “O Discurso sobre o Filho-da-Puta”.
Dedicado a todos aqueles que foram saqueados e vergonhosamente vituperados por esta gente sem escrúpulos.

Fica um apelo a todos aqueles que ainda acreditam na JUSTIÇA para que participem nesta denuncia colectiva, cujo fundamento é a salvaguarda da cidadania e o respeito das INSTITUIÇÕES pelo cidadão comum.

NEMO IUDEX IN CAUSA SUA

Álvaro de Mendonça, Arquitecto Urbanista do Processo Executivo Simplex

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