A condenação de Ulrich… / Os Banqueiros e seus mercenários.

Ulrich terá "mercenários" para defender os seus interesses financeiros ? Um exemplo [Como provavelmente muitos outros, cujas vítimas anónimas foram deixadas à sua sorte]:Na fase terminal de um processo executivo simplex derivado da crise dos subprime, a dupla Fernando Ulrich e Isabel dos Santos, a sua partner financeira enquanto accionista de referência do Banco BPI… Continue lendo A condenação de Ulrich… / Os Banqueiros e seus mercenários.

O DINHEIRO É FLUIDO

Segundo mostram documentos do Luanda Leaks analisados pelo Expresso, a empresária angolana adquiriu o seu luxuoso apartamento no edifício Petite Afrique, no Mónaco, por mais de €50 milhões, com recurso a uma conta no banco BPI, do qual era o segundo maior acionista. [Expresso / Luanda Leaks / 25 Janeiro 2020]

Por imposição do BCE, Ulrich é obrigado a afastar-se de Isabel … e tudo acaba bem em Agosto de 2017.

Se por uma "ninharia" estes GRANDES BANQUEIROS violaram de forma rude e grosseira, com o suporte do Estado Português, o Artigo 12º da DUDH, o que terão feito, ao longo de todo este tempo, nas suas relações bancárias com a filha do Cleptocrata Dos Santos?

Enriquecimento sem causa justa

https://www.linkedin.com/posts/antareseditores_fernando-ulrich-presidente-do-conselho-de-activity-6611212047449378816-ndkI Este Excelentíssimo Senhor Banqueiro, conhecido de todos os portugueses como o "aguenta-aguenta", DEVE UM PEDIDO DE DESCULPA ao cidadão que difamou e acusou de ter agido com dolo e com má-fé, e ainda de lhe ter causado um elevado prejuízo, sem provas nem fundamentos. Dada a sua genialidade e grande capacidade de discernimento, esse… Continue lendo Enriquecimento sem causa justa

O QUADRO REAL E O QUADRO PROCESSUAL DO BANCO BPI

O Banco BPI S.A. é dos bancos que mais processos tem em Tribunal. É um líder do mercado imobiliário. Dados os efeitos da inadimplência junto de largos milhares de vítimas da Bolha Imobiliária, gerada pelos bancos em actuação conjunta, o Banco BPI S.A. deve ter muitas histórias parecidas com esta para contar, e dizer que é tudo transparente e de acordo com as regras processuais.
O Banco, com o conluio do Estado, não hesitou em violar a privacidade e o domicílio do cidadão comum. Atacou covardemente a sua honra e a sua reputação. Fê-lo com o suporte de um parecer jurídico sustentado por falsas acusações e difamação obscena, sem prova nem fundamento.

AS QUEIXAS FORMAIS

Para chegar a uma conclusão plausível sobre a questão – Que foi feito do duplex de 270 m2 localizado na freguesia da Caparica – tive que investigar e analisar um conjunto vasto de dados.

O ASSALTO DO BANCO BPI S.A. AO CIDADÃO COMUM

O Banco BPI S.A. assaltou o Cidadão Comum: apoderou-se do bem imobiliário de que ele era proprietário, através da penhora de bem hipotecado, para o vender ao desbarato, causando elecvado prejuízo, em pleno climax da crise financeira, imobiliária, política e social que se instalou em Portugal e o conduziu à quase bancarrota.

O FERRO – VELHO do Banco BBI S.A.

O negociante de Ferro-Velho do BANCO BPI S.A., o Sr Amilcar Santos, é um homem dos sete instrumentos - Vende de tudo!... até vendeu um DUPLEX DE 270 METROS QUADRADOS SEM SEQUER O VISITAR!...

Ao Banco BPI S.A. – A rude violação do Artigo 12.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O Banco BPI viola regras básicas da Cidadania contempladas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, em conluio com o Estado Português. O Presidente do Conselho de Administração do banco diz que não é "menos correcto". Advogada mandatária "age a mando" e utiliza a prática subversiva de prestar falsas declarações e acusar sem fundamento em Tribunal. A agente de execução assiste e aproveita para facturar.

ULTIMATO AO BPI

Faz hoje cinco anos que o Banco BPI S.A. me acusou directamente, em Tribunal, de ter agido com dolo e má fé, de ter causado “sérios e graves prejuízos”, impossibilitado o banco de obter “qualquer rentabilização” de um imóvel hipotecado e adquirido em “negociação particular”, através de um Agente de Venda que investiu 63.00€, para comercializar um bem imóvel na freguesia da Caparica avaliado em 250.000.00€.